Arte

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zentangle art

Zentangle é um método de criação de lindas imagens usando padrões repetidos. 
É uma fascinante nova forma de arte, fácil de aprender, divertida e relaxante que estimula a atenção e criatividade.
Trabalhos realizados nas aulas de Artes e Expressões.
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Autor do Mês: Isabel Zambujal

Os alunos do 6ºE, após a leitura das obras “Grandes Pintores”, foram convidados pela professora de Língua Portuguesa a realizarem trabalhos de pesquisa sobre a biografia da autora e sobre a temática relacionada com as obras lidas. Desse trabalho resultou um trabalho em Banda Desenhada. A exposição foi dinamizada pelo grupo de Educação Visual.

Bolo Podre – Story Box – Agrupamento de Escolas de Castro Daire

No dia 27 de maio, realizou-se no Parque Aquilino, em Viseu, a Feira do Empreendedorismo Júnior, organizada pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, direcionada para o 2.º ciclo. Os prémios desta Feira foram arrecadados pela turma 6.ºA da Escola EB 2/3 de Castro Daire, com o projeto ‘Story Box’, que consiste na criação de embalagens para acondicionamento do Bolo Podre – o bolo típico de Castro Daire – e de “capuchinhas” – pequenos bolos criados pela Confraria do Bolo Podre de Castro Daire –, nas quais é aplicado um logótipo criado pelos alunos e um QR Code.

Papel machê – Fernando Pessoa

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Trabalho realizado, pelos alunos do 8ºA, tendo como referência o artista Renato Cruz – “Rinoceronte”.

Papel machê (palavra originada do francês papier mâché, que significa papel picado, amassado e esmagado) é uma massa feita com papel picado embebido na água, coado e depois misturado com cola e gesso. Com esta massa é possível moldar objetos em diferentes formatos, utilitários ou decorativos.

Como fazer papel machê?

Apesar de existirem várias receitas, esta poderá ser mais simples e mais fácil de todas.

A melhor massa de papel machê caseira é aquela feita de papel higiénico e cola branca, sem nenhum ingrediente extra. 

É fundamental deixar a peça secar bastante para eliminar toda a humidade e evitar o desenvolvimento de fungos. Podem usar qualquer outro tipo de papel para fazer a massa, menos papel carbono e os plastificados. Os papéis mais consistentes deixam-se de molho na água pelo menos durante 24 horas. Os jornais são muito usados para esta técnica porque o custo é baixo. Aqueles suportes/caixas de papel para ovos e frutas também são ótimas para fazer a massa, pois fica muito macia.
 Receita

Material:
2 rolos de papel higiénico
Água 
(fria ou quente)1/2 kg de cola branca
1 recipiente tamanho médio (bacia ou balde)
1 colher ou espátula
Peneira ou escorredor

1. Coloque o(s) rolo(s) de papel higiénico, sem o cilindro interno de papelão, num recipiente e adicione água.
Obs.: Pode adicionar água fria ou quente. A água quente dissolve mais rapidamente as fibras do papel.
http://estendaldaarte.blogspot.pt/2017/02/papel-mache.html

História da animação em Portugal

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http://ensina.rtp.pt/artigo/contamos-a-historia-da-animacao-em-portugal/

A imagem do artigo pertence à animação portuguesa mais premiada de sempre. As marionetas de “A Suspeita”, contam uma história que demorou três anos a fazer. Muitos mais foram precisos para que o género fosse considerado arte. A aventura começou em 1923.

Criar a ilusão do movimento, pôr bonecos a mexer e a contar histórias. No tempo presente, com os computadores à mão, parece simples animar uma imagem, mas no final do século XIX não era fácil fazer um desenho saltar do papel. Antes do cinema chegar, o primeiro a consegui-lo foi o francês Émile Reynaud, que aperfeiçoou os seus inventos até ao “théatre optique”, um aparelho que projetava imagens num ecrã, e que foi oficialmente apresentado no Museu Grévin, em Paris, a 28 de outubro de 1892. É esta a data que desde 2002 celebra o Dia Mundial da Animação.

Em Portugal, a animação arrancou uns anos depois, em 1923, com um curtíssimo filme, “O pesadelo de António Maria”, que revemos no início deste documentário. Os pioneiros portugueses pouco ou nada sabiam de desenhos animados; tiveram de experimentar técnicas, falhar e tentar outra vez. A produção nacional foi crescendo muito lentamente, os desenhos serviam sobretudo para fazer publicidade a produtos de beleza, automóveis e pesticidas. Todos menos a Família Pituxa que, nos anos sessenta, mandou milhares de meninos e meninas para a cama. Dormir? Só depois dos desenhos!

Mas foi a paixão de um português pelos desenhos animados e pelas histórias aos quadradinhos a projetar esta arte, por cá praticamente desconhecida. Pela mão de Vasco Granja, entraram nas casas portuguesas animações americanas, polacas, húngaras e muitas outras. A presença televisiva constante durante 16 anos em mais de mil programas, despertou e moldou o gosto de várias gerações.

Nos anos noventa a produção em Portugal ganhou vitalidade e visibilidade. Apesar dos reduzidos apoios e da dificuldade na internacionalização e comercialização dos filmes, surgiram novos realizadores, produtores, animadores, que conquistaram créditos além-fronteiras, como Abi Feijó, Humberto Santana, José Miguel Ribeiro e Regina Pessoa, entre outros.

Hoje, a contrariar preconceitos de quem o via como arte menor, o cinema animado alargou horizontes e entrou numa nova fase de crescimento. A começar nas tecnologias de software, que permitem produzir mais depressa, a baixo custo e, mais relevante ainda, na formação: escolas e cursos de animação multiplicaram-se por todo o país, têm surgido projetos, caso da Academia RTP, que apoia e fornece meios para os jovens desenvolverem ideias: as melhores, como “Vidal e a História de Portugal”, são exibidas nos canais da televisão pública.

Desenhos sobre o papel ou no computador, animação de objetos, bonecos de cartão e plasticina: as técnicas são muitas e combinadas para nos dar histórias fantásticas, em versão curta ou longa, para todas as idades. O único ingrediente que não pode nunca faltar é a imaginação.

Título: A Arte de Animar Portugal
Tipo: Documentário
Produção: Academia RTP
Ano: 2012
Filme de animação de curta metragem “A suspeita”, do Realizador Português José Miguel Ribeiro:
Parte 1/3
Parte 2/3
Parte 3/3
Fonte:[http://ensina.rtp.pt/artigo/contamos-a-historia-da-animacao-em-portugal/]

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