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Cinema, evt, PNC

PROPOSTAS CINEMATOGRÁFICAS I

Recursos fílmicos disponíveis na RTP PLAY (alguns filmes só estão disponíveis durante um período específico; aconselha-se a consulta frequente deste canal pois todas as semanas são publicados novos filmes)  

A Ganha Pão – Nora Twomey, (2001)

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O Afeganistão está sob domínio dos talibãs. Parvana é uma menina de 11 anos que vê a sua vida mudar completamente quando o pai é injustamente acusado e preso. Uma vez que, segundo os preceitos talibãs, nenhuma mulher pode trabalhar fora de casa, a mãe fica sem meio de sustentar os filhos. É assim que a pequena Parvana toma uma decisão corajosa: cortar o cabelo, vestir roupas de rapaz e procurar trabalho.
Com isto ela vai descobrir um mundo cheio de injustiças, onde a sobrevivência, difícil, depende quase exclusivamente da solidariedade. Fotograma de A Ganha Pão (2001), Nora Twomey. © RTP PLAY. https://www.rtp.pt/play/p8435/a-ganha-pao

A Domadora de Baleias – Niki Caro, (2002)

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Sinopse – Numa pequena aldeia costeira da Nova Zelândia, uma tribo Maori acredita ser descendente de Paikea, o Domador de Baleias. O título de Grande Chefe tem passado de geração em geração, numa tradição que dura há mais de mil anos. Porourangi, o filho mais velho e sucessor do atual Grande Chefe, tem dois filhos gémeos, um rapaz e uma rapariga. O rapaz morre com a mãe à nascença, mas Pai, a rapariga, sobrevive. Koro recusa reconhecer a neta como herdeira da tradição e manda chamar todos os rapazes de 12 anos de idade para os treinar e tentar encontrar um novo líder. Mas a resposta vem do mar. Na tradição dos antepassados Pai vai encontrar a esperança para o futuro. Filme da cineasta neozelandesa Niki Caro, baseado no romance do escritor Witi Ihimaera. Fotograma de A Domadora de Baleias (2002), Niki Caro. © RTP PLAY.

https://www.rtp.pt/play/p5307/domadora-de-baleias

Os Maias – João Botelho, (2014)

“Os Maias” numa adaptação de João Botelho

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Entre Afonso da Maia e o seu neto Carlos, constrói-se o último laço forte da velha família Maia. Formado em medicina na Universidade de Coimbra e posteriormente educado numa longa viagem pela Europa, Carlos da Maia regressa a Lisboa no Outono de 1875, para grande alegria do avô. Nos catorze meses seguintes, nasce, cresce e morre a comédia e a tragédia de Carlos como a tragédia e a comédia de Portugal. A vida ociosa do médico aristocrata, invariavelmente acompanhado pelo seu par amigo, o génio da escrita e de obras “inacabadas”, o manipulador João da Ega, leva-o a ter amigos, a ter amantes e ao “dolce fare niente”, cheio de convicções. Até que se apaixona de verdade por uma mulher tão bela como uma madona e tão cheia de mistérios, como as heroínas da estética naturalista. Um personagem novo num romance esteticamente revolucionário. A vertigem: paixão louca para lá dos negrumes do passado, um novo e mais negro precipício, o incesto. Mesmo sabendo que Maria Eduarda é a irmã a paixão de Carlos não morre e vai ao limite. E depois termina abruptamente porque o velho Afonso da Maia morre para expiar o pecado terrível do seu neto, neto que era a razão da sua existência. E então em vez da morte do herói, nova invenção de Eça. Carlos e Ega partem para uma longa viagem de ócio e de pequenos prazeres. Dez anos depois, voltam a encontrar-se em Lisboa tão diferente e tão igual, a capital de um pais a caminho da bancarrota. “Os Maias”, escrito pelo genial Eça de Queiroz, grande, melodramático, divertido e melancólico, aponta um destino sem remédio, tanto para a família Maia como para Portugal.

https://www.rtp.pt/play/p2198/e423033/os-maias

Peregrinação – João Botelho (2017)

Realizado por João Botelho, Peregrinação retrata os tempos áureos dos Descobrimentos portugueses

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Março de 1537, Fernão Mendes Pinto, fugindo à miséria e estreiteza da sua vida, partiu para a Índia em busca de fama e fortuna. Assim começa este filme de aventuras que relata as desventuras e os sucessos deste escritor, aventureiro sim, mas também peregrino, penitente, embaixador, soldado e escravo. Fernão Mendes Pinto foi tudo e em toda a parte esteve. ?Por graça de Deus? regressou salvo para nos deixar um extraordinário livro de viagens. A Peregrinação que agora apresentada narra pedaços dessa observação aguda, exacerbada, exagerada, fascinante.

https://www.rtp.pt/play/p8078/peregrinacao

Fiquem em casa!

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